<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>SÓ EM BEAGÁ</title>
	<atom:link href="http://soembeaga.blog.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://soembeaga.blog.com</link>
	<description>Histórias, Crônicas e Reportagens sob o olhar de uma cidade</description>
	<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:46:16 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A incrível história do blog que virou livro</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2009/03/20/a-incrivel-historia-do-blog-que-virou-livro/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2009/03/20/a-incrivel-historia-do-blog-que-virou-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 16:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[livrarias]]></category>

		<category><![CDATA[onde comprar]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"></p>
<p align="center"><font><img src="http://amadeo.blog.com/repository/466567/3990218.jpg" /></font></p>
<p align="left"><font><br />
"Só em Beagá" foi um blog. Durante dois anos foram publicados aqui mais de 100 textos com histórias sobre a capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. Desde dezembro de 2008, o trabalho virou o livro homônimo, com a publicação dos principais textos. Agora, o livro reúne algumas das principais histórias que os mineiros conhecem há décadas sobre as particularidades da cidade.<br />
<br /></font><font>O livro traz temas como o Capeta do Vilarinho, a Loira do Bonfim, as Torres Gêmeas de Santa Tereza, o mercado central, o Minascentro, a Praça da Liberdade, os rios canalizados sobre as avenidas urbanas, o viaduto da Almas, entre outras. Aqui, neste endereço eletrônico, você encontra trechos dos textos e parte da cobertura da imprensa mineira sobre o livro. Em Belo Horizonte, o livro está venda nas principais livrarias da região sul da cidade.&#160;Quem não está na capital mineira,&#160;pode entrar em contato com a <a title="Medialuna Comunicação e Editora" href="http://www.medialuna.com.br/" target="_blank">editora Medialuna</a>.<br />
<br />
<strong>Serviço:</strong><br />
<br />
Livro: “Só em Beagá”<br />
<br />
Livrarias:<br />
<br />
* <strong>Quixote Livraria e Café</strong> - Rua Fernandes Tourinho, 274<br />
Tel: (31) 3227-3077<br />
* <strong>Café com Letras</strong> - Rua Antônio de Albuquerque, 781<br />
Tel: (31) 3225-9973<br />
* <strong>Café da Travessa Livraria</strong> - Av. Getúlio Vargas, 1405<br />
Tel: (31) 3223-8092<br />
* <strong>Leitura Savassi</strong>&#160;- Av. Cristóvão Colombo 167<br />
Tel: (31) 3227-6060<br />
* <strong>Leitura Pátio Savassi</strong> - Av. do Contorno 6061 Lj 235/236<br />
Tel: (31) 3288-3800<br />
* <strong>Scriptum Livraria</strong> - Rua Fernandes Tourinho, 99<br />
Tel: (31) 3223-7226<br />
<br />
Preço: R$ 27,50</font></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="center"><span style="font-size: 12px"><img src="http://amadeo.blog.com/repository/466567/3990218.jpg" alt="" /></span></p>
<p align="left">
<div><span style="font-size: 12px">&#8220;Só em Beagá&#8221; foi um blog. Durante dois anos foram publicados aqui mais de 100 textos com histórias sobre a capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. Desde dezembro de 2008, o trabalho virou o livro homônimo, com a publicação dos principais textos. Agora, o livro reúne algumas das principais histórias que os mineiros conhecem há décadas sobre as particularidades da cidade.<span style="font-size: 12px"><span> </span></span></span></div>
<div><span style="font-size: 12px"><span style="font-size: 12px"></span></span></div>
<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-size: 12px"><span><span style="font-size: 12px">O livro traz temas como o Capeta do Vilarinho, a Loira do Bonfim, as Torres Gêmeas de Santa Tereza, o mercado central, o Minascentro, a Praça da Liberdade, os rios canalizados sobre as avenidas urbanas, o viaduto da Almas, entre outras. Aqui, neste endereço eletrônico, você encontra trechos dos textos e parte da cobertura da imprensa mineira sobre o livro. Em Belo Horizonte, o livro está venda nas principais livrarias da região sul da cidade. Quem não está na capital mineira, pode entrar em contato com a <a title="Medialuna Comunicação e Editora" href="http://www.medialuna.com.br/" target="_blank">editora Medialuna</a>.</span></p>
<p></span></span></span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2009/03/20/a-incrivel-historia-do-blog-que-virou-livro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Só em Beagá na TV Minas</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2009/03/19/so-em-beaga-na-tv-minas/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2009/03/19/so-em-beaga-na-tv-minas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 22:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Px2Mi9kNBwM&#38;hl=pt-br&#38;fs=1" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
<embed src="http://www.youtube.com/v/Px2Mi9kNBwM&#38;hl=pt-br&#38;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344" /></object>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/Px2Mi9kNBwM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Px2Mi9kNBwM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2009/03/19/so-em-beaga-na-tv-minas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Reportagem sobre o livro na TV PUC Minas</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2009/03/18/reportagem-sobre-o-livro-na-tv-puc-minas/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2009/03/18/reportagem-sobre-o-livro-na-tv-puc-minas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 22:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yb1q3_-X7U0&#38;hl=pt-br&#38;fs=1" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<param name="allowscriptaccess" value="always" />
<embed src="http://www.youtube.com/v/yb1q3_-X7U0&#38;hl=pt-br&#38;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344" /></object>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/yb1q3_-X7U0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yb1q3_-X7U0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2009/03/18/reportagem-sobre-o-livro-na-tv-puc-minas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Blog ganha as páginas da literatura para contar histórias da capital</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2008/12/07/blog-ganha-as-paginas-da-literatura-para-contar-historias-da-capital/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2008/12/07/blog-ganha-as-paginas-da-literatura-para-contar-historias-da-capital/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

		<category><![CDATA[juventude]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p class="tazul2" align="left"><font><img src="http://amadeo.blog.com/repository/466567/3748354.jpg" /></font></p>
<div class="tazul2"><font><em><span>Reportagem do Portal Uai sobre&#160;o&#160;livro "Só em Beagá" (Publicada em 07/12/08)</span></em><br />
<br /></font><span>Dos posts na internet para as páginas da literatura. Este foi o caminho que o jornalista Eduardo Ferrari acabou traçando quando decidiu contar (e criticar) histórias e peculariedades de Belo Horizonte. A despretensiosa idéia de ter um blog acabou culminando no lançamento do livro “Só em Beagá”, realizado nessa quinta-feira em um shopping na região Centro-Sul da cidade. O duplo sentido do título expressa bem o que o autor se propõe a realizar na obra: uma visão bastante pessoal de alguém que, por ter morado em outros países e estados brasileiros, consegue perceber com mais sensibilidade algumas características que tornam a cidade única.<br />
<br />
A obra – que leva o mesmo nome do blog</span> – promete ao leitor em sua capa histórias, crônicas e “reportagens”. Segundo Ferrari, o livro realmente tem a intenção de ser jornalístico, uma vez que não teria sentido reunir e catalogar histórias antigas e famosas da capital, como a ‘Loira do Bonfim’ e o ‘Capeta do Vilarinho’, sem uma apuração rigorosa, baseada em técnicas de jornalismo e que revelasse o que a população tem a dizer sobre as lendas. “Lógico que os textos ganham formas de crônica e que as fontes não aparecem, mas para contar qualquer coisa da cidade é fundamental ouvir as pessoas, para entender o que está por trás das histórias”, pontuou.<br />
<br />
Durante o lançamento, Ferrari explicou porque considera Belo Horizonte uma cidade injustiçada e aproveitou para esclarecer algumas das críticas que faz no livro: “Eu digo que BH é injustiçada, inclusive pelos moradores, porque existem pessoas que ainda a consideram como uma ‘aldeia iluminada’ e esquecem estamos em uma metrópole. Minhas críticas podem incomodar, mas auto-crítica é fundamental e é isso que eu quero: fazer que enxerguem a cidade por um outro ângulo”.<br />
<br />
<strong>Jovens -</strong> Ao transportar as crônicas da internet para o livro, Ferrari manteve características presentes em seu blog, como textos mais curtos e linguagem simples. Para o autor, a descrição mais leve aliada a versões diferentes das já tradicionais histórias de Minas são um ótimo atrativo para o público jovem. “Sem dúvida que o livro vai atrair os jovens. Guardadas as devidas proporções, o que proponho é um resgate das crônicas no jornalismo mineiro, que estão perdidas desde Roberto Drumond”, contou.</div>
<!--fim do titulo-->
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="tazul2" align="left"><span><img src="http://amadeo.blog.com/repository/466567/3748354.jpg" alt="" /></span></p>
<div class="tazul2"><span><em><span>Reportagem do Portal Uai sobre o livro &#8220;Só em Beagá&#8221; (Publicada em 07/12/08)</span></em></p>
<div><span>Dos posts na internet para as páginas da literatura. Este foi o caminho que o jornalista Eduardo Ferrari acabou traçando quando decidiu contar (e criticar) histórias e peculariedades de Belo Horizonte. A despretensiosa idéia de ter um blog acabou culminando no lançamento do livro “Só em Beagá”, realizado nessa quinta-feira em um shopping na região Centro-Sul da cidade. O duplo sentido do título expressa bem o que o autor se propõe a realizar na obra: uma visão bastante pessoal de alguém que, por ter morado em outros países e estados brasileiros, consegue perceber com mais sensibilidade algumas características que tornam a cidade única.</span></div>
<p></span></div>
<p><span>A obra – que leva o mesmo nome do blog – promete ao leitor em sua capa histórias, crônicas e “reportagens”. Segundo Ferrari, o livro realmente tem a intenção de ser jornalístico, uma vez que não teria sentido reunir e catalogar histórias antigas e famosas da capital, como a ‘Loira do Bonfim’ e o ‘Capeta do Vilarinho’, sem uma apuração rigorosa, baseada em técnicas de jornalismo e que revelasse o que a população tem a dizer sobre as lendas. “Lógico que os textos ganham formas de crônica e que as fontes não aparecem, mas para contar qualquer coisa da cidade é fundamental ouvir as pessoas, para entender o que está por trás das histórias”, pontuou.</p>
<p></span>Durante o lançamento, Ferrari explicou porque considera Belo Horizonte uma cidade injustiçada e aproveitou para esclarecer algumas das críticas que faz no livro: “Eu digo que BH é injustiçada, inclusive pelos moradores, porque existem pessoas que ainda a consideram como uma ‘aldeia iluminada’ e esquecem estamos em uma metrópole. Minhas críticas podem incomodar, mas auto-crítica é fundamental e é isso que eu quero: fazer que enxerguem a cidade por um outro ângulo”.</p>
<p><strong>Jovens -</strong> Ao transportar as crônicas da internet para o livro, Ferrari manteve características presentes em seu blog, como textos mais curtos e linguagem simples. Para o autor, a descrição mais leve aliada a versões diferentes das já tradicionais histórias de Minas são um ótimo atrativo para o público jovem. “Sem dúvida que o livro vai atrair os jovens. Guardadas as devidas proporções, o que proponho é um resgate das crônicas no jornalismo mineiro, que estão perdidas desde Roberto Drumond”, contou.</p>
<p><!--fim do titulo--></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2008/12/07/blog-ganha-as-paginas-da-literatura-para-contar-historias-da-capital/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Jornalista Eduardo Ferrari lança suas crônicas sob um olhar bem particular</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2008/12/06/jornalista-eduardo-ferrari-lanca-suas-cronicas-sob-um-olhar-bem-particular/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2008/12/06/jornalista-eduardo-ferrari-lanca-suas-cronicas-sob-um-olhar-bem-particular/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 17:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Imagens]]></category>

		<category><![CDATA[lançamento]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<p align="left"><img height="570" src="http://amadeo.blog.com/repository/466567/3771928.jpg" width="534" /></p>
<p align="left"><br />
O jornalista Eduardo Ferrari lançou, no dia 04 de dezembro, seu primeiro livro: “Só em Beagá”. O evento aconteceu na Livraria Leitura, do Pátio Savassi,&#160;em Belo Horizonte. Co-editado pela Medialuna Comunicação e Editora e Mondana Editorial, o “Só em Beagá” era um blog que virou livro. Durante dois anos o jornalista editou mais de 100 textos sobre fatos, passagens e curiosidades da capital mineira, a quarta cidade do Brasil.<br />
<br />
O jornalista Eduardo Ferrari costuma dizer que Belo Horizonte, sua terra natal, é uma cidade injustiçada. Pela mídia, pelos colunistas, pelos forasteiros, até pelos moradores. Depois de ter passado temporadas em outras cidades do país e do exterior, ele garante que a capital mineira tem peculiaridades que não são encontradas em nenhum outro lugar e emprestam à cidade, a primeira a ser “inventada” em prancheta no Brasil, um charme único.<br />
<br />
Das defesas e críticas inflamadas do jornalista nasceram as crônicas desse livro. No “Só em Beagá”, o jornalista descreve o que ocorre apenas nesta cidade e em nenhuma outra. E, às vezes, do sentimento de estar só em BH, com uma opinião que ninguém mais parece compartilhar. Ao ler o livro é possível descobrir uma Belo Horizonte onde vive o único exemplar de gorila da América do Sul; onde está a maior feira de artesanato em espaço aberto da América Latina, onde “atleticanos com cruzeirenses” não são sinônimos de brigas e sim um endereço pacato na periferia ou versões criativas para as famosas lendas urbanas da Loira do Bonfim e o Capeta do Vilarinho.<br /></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="left">O jornalista Eduardo Ferrari lançou, no dia 04 de dezembro, seu primeiro livro: “Só em Beagá”. O evento aconteceu na Livraria Leitura, do Pátio Savassi, em Belo Horizonte. Co-editado pela Medialuna Comunicação e Editora e Mondana Editorial, o “Só em Beagá” era um blog que virou livro. Durante dois anos o jornalista editou mais de 100 textos sobre fatos, passagens e curiosidades da capital mineira, a quarta cidade do Brasil.</p>
<p>O jornalista Eduardo Ferrari costuma dizer que Belo Horizonte, sua terra natal, é uma cidade injustiçada. Pela mídia, pelos colunistas, pelos forasteiros, até pelos moradores. Depois de ter passado temporadas em outras cidades do país e do exterior, ele garante que a capital mineira tem peculiaridades que não são encontradas em nenhum outro lugar e emprestam à cidade, a primeira a ser “inventada” em prancheta no Brasil, um charme único.</p>
<p>Das defesas e críticas inflamadas do jornalista nasceram as crônicas desse livro. No “Só em Beagá”, o jornalista descreve o que ocorre apenas nesta cidade e em nenhuma outra. E, às vezes, do sentimento de estar só em BH, com uma opinião que ninguém mais parece compartilhar. Ao ler o livro é possível descobrir uma Belo Horizonte onde vive o único exemplar de gorila da América do Sul; onde está a maior feira de artesanato em espaço aberto da América Latina, onde “atleticanos com cruzeirenses” não são sinônimos de brigas e sim um endereço pacato na periferia ou versões criativas para as famosas lendas urbanas da Loira do Bonfim e o Capeta do Vilarinho.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2008/12/06/jornalista-eduardo-ferrari-lanca-suas-cronicas-sob-um-olhar-bem-particular/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A SEGUIR, TRECHOS DE ALGUNS DOS PRINCIPAIS TEXTOS PUBLICADOS! LEIA A ÍNTEGRA NO LIVRO MAIS PERTO DE VOCÊ!</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2008/08/23/a-seguir-trechos-de-alguns-dos-principais-textos-publicados-leia-a-integra-no-livro-mais-perto-de-voce/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2008/08/23/a-seguir-trechos-de-alguns-dos-principais-textos-publicados-leia-a-integra-no-livro-mais-perto-de-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 02:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CRONICAS]]></category>

		<category><![CDATA[trechos]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2008/08/23/a-seguir-trechos-de-alguns-dos-principais-textos-publicados-leia-a-integra-no-livro-mais-perto-de-voce/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Ordem e progresso na terra do sol</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2008/08/23/ordem-e-progresso-na-terra-do-sol/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2008/08/23/ordem-e-progresso-na-terra-do-sol/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 02:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CRONICAS]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Ao longo da existência de Belo Horizonte, a campanha de constru-<br />
ção da civilização foi, como escreveu Euclides da Cunha, um refluxo para<br />
o passado. Há 110 anos, o Brasil tentava encerrar o modelo imperial. Uma<br />
nova cidade incrustada nas montanhas de Minas era um sinal desses tem-<br />
pos. Entretanto, na tentativa de romper com o passado, seus construtores<br />
perpetuavam um jeito de ver o mundo como os nobres o viram durante<br />
séculos.<br />
<br />
Para tirar o poder de Ouro Preto, dos coronéis e das famílias abas-<br />
tadas, quase todas ainda ligadas à monarquia, uma nova capital foi plane-<br />
jada. Um dos seus lemas era a higienização, com largas avenidas, praças e<br />
amplas sedes para o poder público — que ainda podem ser vistas no en-<br />
torno da Praça da Liberdade. Um só caminho levava a todos os pontos da<br />
cidade; a Avenida 17 de dezembro (hoje, Do Contorno), dia originalmente<br />
escolhido para a inauguração da Capital de Minas, mas que teve sua data<br />
alterada em cinco dias devido o medo de protestos de grupos da antiga<br />
Vila Rica. Se eles vieram, chegaram com a cidade inaugurada.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Ao longo da existência de Belo Horizonte, a campanha de constru-<br />
ção da civilização foi, como escreveu Euclides da Cunha, um refluxo para<br />
o passado. Há 110 anos, o Brasil tentava encerrar o modelo imperial. Uma<br />
nova cidade incrustada nas montanhas de Minas era um sinal desses tem-<br />
pos. Entretanto, na tentativa de romper com o passado, seus construtores<br />
perpetuavam um jeito de ver o mundo como os nobres o viram durante<br />
séculos.</p>
<p>Para tirar o poder de Ouro Preto, dos coronéis e das famílias abas-<br />
tadas, quase todas ainda ligadas à monarquia, uma nova capital foi plane-<br />
jada. Um dos seus lemas era a higienização, com largas avenidas, praças e<br />
amplas sedes para o poder público — que ainda podem ser vistas no en-<br />
torno da Praça da Liberdade. Um só caminho levava a todos os pontos da<br />
cidade; a Avenida 17 de dezembro (hoje, Do Contorno), dia originalmente<br />
escolhido para a inauguração da Capital de Minas, mas que teve sua data<br />
alterada em cinco dias devido o medo de protestos de grupos da antiga<br />
Vila Rica. Se eles vieram, chegaram com a cidade inaugurada.
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2008/08/23/ordem-e-progresso-na-terra-do-sol/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Meu amigo itabirano</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2008/02/01/meu-amigo-itabirano/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2008/02/01/meu-amigo-itabirano/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Como mineiro é uma heresia, quase um pecado, o que vou dizer:<br />
nunca gostei de Carlos Drummond de Andrade. Ou, pelo menos, ele<br />
nunca esteve entre os meus preferidos. Vinicius de Morais sempre me<br />
tocou mais com suas poesias do que o autor itabirano. É claro que não<br />
discuto a importância e a qualidade do poeta mineiro. Ele, assim como<br />
Euclides da Cunha e Machado de Assis, é um ícone da literatura brasileira.<br />
Mesmo que os gaúchos prefiram Mário Quintana, os pernambucanos es-<br />
colham Manuel Bandeira, os paulistas não abram mão de Mário de An-<br />
drade e o próprio Vinícius seja a escolha óbvia dos cariocas, Drummond<br />
ganha na preferência nacional.<br />
<br />
Minha má vontade para com o poeta aumentou depois que vivi al-<br />
guns anos de martírio em sua terra natal. Por causa do trabalho, caí no<br />
meio de uma mina de minério de ferro, a segunda personalidade mais<br />
famosa de Itabira, e o fato é que não fui muito bem recebido por aquelas<br />
bandas, principalmente, pelos nativos do lugar. Porque talvez eu tenha me<br />
portado como um estrangeiro em terras distantes ou por causa do meu ar<br />
arrogante e cosmopolita de quem vinha da cidade grande para ensinar<br />
novas lições. Então passei grandes apuros nas mãos dos itabiranos e não<br />
pude deixar de pensar em Drummond como produto daquele lugar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Como mineiro é uma heresia, quase um pecado, o que vou dizer:<br />
nunca gostei de Carlos Drummond de Andrade. Ou, pelo menos, ele<br />
nunca esteve entre os meus preferidos. Vinicius de Morais sempre me<br />
tocou mais com suas poesias do que o autor itabirano. É claro que não<br />
discuto a importância e a qualidade do poeta mineiro. Ele, assim como<br />
Euclides da Cunha e Machado de Assis, é um ícone da literatura brasileira.<br />
Mesmo que os gaúchos prefiram Mário Quintana, os pernambucanos es-<br />
colham Manuel Bandeira, os paulistas não abram mão de Mário de An-<br />
drade e o próprio Vinícius seja a escolha óbvia dos cariocas, Drummond<br />
ganha na preferência nacional.</p>
<p>Minha má vontade para com o poeta aumentou depois que vivi al-<br />
guns anos de martírio em sua terra natal. Por causa do trabalho, caí no<br />
meio de uma mina de minério de ferro, a segunda personalidade mais<br />
famosa de Itabira, e o fato é que não fui muito bem recebido por aquelas<br />
bandas, principalmente, pelos nativos do lugar. Porque talvez eu tenha me<br />
portado como um estrangeiro em terras distantes ou por causa do meu ar<br />
arrogante e cosmopolita de quem vinha da cidade grande para ensinar<br />
novas lições. Então passei grandes apuros nas mãos dos itabiranos e não<br />
pude deixar de pensar em Drummond como produto daquele lugar.
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2008/02/01/meu-amigo-itabirano/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Os velhos moinhos de Dom Quixote</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2007/11/21/os-velhos-moinhos-de-dom-quixote/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2007/11/21/os-velhos-moinhos-de-dom-quixote/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[A imprensa mineira não é levada a sério fora do limites do Estado.<br />
Por imprensa mineira defino aquela que não está ligada aos veículos na-<br />
cionais e que têm suas sucursais e correspondentes. Desde que acharam<br />
o corpo do Ulisses Guimarães, do namoro de uma mineira com Mike<br />
Tyson em destaque no mais tradicional jornal de Minas até o mais com-<br />
pleto silêncio em relação às críticas contra o governo de Aécio Neves,<br />
Minas Gerais é motivo de piada na imprensa nacional.<br />
<br />
Quando o helicóptero de Ulisses Guimarães caiu no mar em 12 de<br />
outubro de 1992, o jornal Estado de Minas foi o único veículo de imprensa<br />
do país que fechou seu caderno de domingo às 19 horas com a manchete<br />
"Achado o corpo de Ulisses Guimarães". Às 20 horas, do mesmo dia,<br />
todos os telejornais corrigiam a informação de que o corpo era o do pi-<br />
loto. Tarde demais. O jornal já estava na gráfica e estampou no dia<br />
seguinte um dos maiores erros do jornalismo brasileiro (que no jargão<br />
dos repórteres é chamado de "barriga"). De nada adiantou no dia seguinte,<br />
o jornal tentar colocar a culpa da informação fake na falecida agência JB.<br />
Alguns meses depois, o distraído departamento de publicidade da publi-<br />
cação mineira ainda exibia uma campanha para novos assinantes onde a<br />
capa com a manchete fatídica era um dos destaques dos outdoors de di-<br />
vulgação.<br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A imprensa mineira não é levada a sério fora do limites do Estado.<br />
Por imprensa mineira defino aquela que não está ligada aos veículos na-<br />
cionais e que têm suas sucursais e correspondentes. Desde que acharam<br />
o corpo do Ulisses Guimarães, do namoro de uma mineira com Mike<br />
Tyson em destaque no mais tradicional jornal de Minas até o mais com-<br />
pleto silêncio em relação às críticas contra o governo de Aécio Neves,<br />
Minas Gerais é motivo de piada na imprensa nacional.</div>
<p>Quando o helicóptero de Ulisses Guimarães caiu no mar em 12 de<br />
outubro de 1992, o jornal Estado de Minas foi o único veículo de imprensa<br />
do país que fechou seu caderno de domingo às 19 horas com a manchete<br />
&#8220;Achado o corpo de Ulisses Guimarães&#8221;. Às 20 horas, do mesmo dia,<br />
todos os telejornais corrigiam a informação de que o corpo era o do pi-<br />
loto. Tarde demais. O jornal já estava na gráfica e estampou no dia<br />
seguinte um dos maiores erros do jornalismo brasileiro (que no jargão<br />
dos repórteres é chamado de &#8220;barriga&#8221;). De nada adiantou no dia seguinte,<br />
o jornal tentar colocar a culpa da informação fake na falecida agência JB.<br />
Alguns meses depois, o distraído departamento de publicidade da publi-<br />
cação mineira ainda exibia uma campanha para novos assinantes onde a<br />
capa com a manchete fatídica era um dos destaques dos outdoors de di-<br />
vulgação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2007/11/21/os-velhos-moinhos-de-dom-quixote/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>As gêmeas esquecidas de Santa Tereza</title>
		<link>http://soembeaga.blog.com/2007/04/04/as-gemeas-esquecidas-de-santa-tereza/</link>
		<comments>http://soembeaga.blog.com/2007/04/04/as-gemeas-esquecidas-de-santa-tereza/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Ferrari</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Em 1995, duas pequenas construtoras mineiras tentaram ser grande<br />
e falharam. A tentativa atingiu um dos bairros mais tradicionais de Belo<br />
Horizonte. Na região leste da cidade, o bairro Santa Tereza, escrito assim<br />
mesmo com Z (diferentemente do homônimo famoso do Rio de Janeiro),<br />
foi uma região boêmia, de efervescência cultural durante duas décadas<br />
desde os anos 70 e formado por uma paisagem de casas típicas mineiras<br />
(algumas delas como na época colonial com suas eiras, beiras e esmeiras),<br />
propriedades de importantes famílias locais.<br />
<br />
Foi no bairro, por exemplo, que Milton Nascimento, Tavinho Moura,<br />
Beto Guedes e Fernando Brant formaram os primeiros acordes do "Clube<br />
da Esquina". Também está por lá, a mais tradicional espagueteria da<br />
cidade, chamada pelo sugestivo nome de "Bolão" e destino de quem, sem-<br />
pre às madrugadas, quer comer algo antes ou depois de suas noitadas —<br />
hoje conhecidas pelos mais jovens como "baladas".
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Em 1995, duas pequenas construtoras mineiras tentaram ser grande<br />
e falharam. A tentativa atingiu um dos bairros mais tradicionais de Belo<br />
Horizonte. Na região leste da cidade, o bairro Santa Tereza, escrito assim<br />
mesmo com Z (diferentemente do homônimo famoso do Rio de Janeiro),<br />
foi uma região boêmia, de efervescência cultural durante duas décadas<br />
desde os anos 70 e formado por uma paisagem de casas típicas mineiras<br />
(algumas delas como na época colonial com suas eiras, beiras e esmeiras),<br />
propriedades de importantes famílias locais.</p>
<p>Foi no bairro, por exemplo, que Milton Nascimento, Tavinho Moura,<br />
Beto Guedes e Fernando Brant formaram os primeiros acordes do &#8220;Clube<br />
da Esquina&#8221;. Também está por lá, a mais tradicional espagueteria da<br />
cidade, chamada pelo sugestivo nome de &#8220;Bolão&#8221; e destino de quem, sem-<br />
pre às madrugadas, quer comer algo antes ou depois de suas noitadas —<br />
hoje conhecidas pelos mais jovens como &#8220;baladas&#8221;.
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://soembeaga.blog.com/2007/04/04/as-gemeas-esquecidas-de-santa-tereza/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
