O dia em que o capeta subiu a montanha
Alex era um rapaz que morava na periferia de Belo Horizonte. Com
seus 20 anos de idade, sua única diversão eram os bailes nos fins de se-
mana nas quadras da avenida Vilarinho. Um dia resolveu fazer uma brin-
cadeira. Vestiu-se de “Tony Manero”e foi para seus embalos de sábado à
noite. Aproximou-se de uma bela moça e chamou-a para dançar.
Dançaram por longo tempo e ele era um excelente dançarino, dominando
do forró ao funk, do samba à dance music. A moça se encantou por ele e
acompanhou-o na dança, até que seu chapéu caiu ao chão e colocou à
mostra chifres que estavam na sua cabeça.
seus 20 anos de idade, sua única diversão eram os bailes nos fins de se-
mana nas quadras da avenida Vilarinho. Um dia resolveu fazer uma brin-
cadeira. Vestiu-se de “Tony Manero”e foi para seus embalos de sábado à
noite. Aproximou-se de uma bela moça e chamou-a para dançar.
Dançaram por longo tempo e ele era um excelente dançarino, dominando
do forró ao funk, do samba à dance music. A moça se encantou por ele e
acompanhou-o na dança, até que seu chapéu caiu ao chão e colocou à
mostra chifres que estavam na sua cabeça.
Alex estava usando uma máscara de borracha, mas então era tarde
demais para explicar o ocorrido. A moça aprontou uma gritaria que
provocou uma comoção geral nos freqüentadores do local. Na correria
que se seguiu, houve até quem afirmasse ver as patas de bode no capeta em
fuga. No início dos anos 90, essa história ficou conhecida como o “Capeta
do Vilarinho”.